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Fara encaminha demandas das subseções do Litoral Norte para a Corregedoria-Geral da Justiça

O vice-presidente da OAB/RS, Jorge Fara, acompanhou membros de diretorias de subseções do Litoral Norte em uma audiência com a juíza-corregedora do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul Geneci Ribeiro de Campos. O encontro virtual ocorreu na manhã desta terça-feira (13). A OAB/RS promoveu a reunião para que as demandas da advocacia das várias comarcas da região fossem encaminhadas, e o TJ/RS desse respostas sobre as possíveis solução. Fara saudou a oportunidade e salientou que o compromisso da Ordem gaúcha é o de  garantir que advogados e advogadas sejam atendidos em suas necessidades para exercer sua profissão: “Há questões que levarão mais tempo para serem resolvidas, como a falta de servidores no Judiciário. Ainda assim, temos confiança de que, com a união e com o diálogo, encontraremos as saídas para os nossos problemas. Contamos com o trabalho dedicado das nossas subseções e agradecemos o acolhimento e o interesse da juíza-corregedora em nos escutar. Em encontros como esses, podemos encontrar soluções para toda a advocacia”, afirmou. Pela Corregedoria-Geral da Justiça, Geneci concordou com a importância da união: “Estamos todos no mesmo barco, por isso, agradeço a oportunidade de estar neste encontro para conhecer melhor a realidade da Justiça no estado para, assim, buscar formas de enfrentar os problemas apresentados em nossas comarcas. Ainda aguardamos concurso para novos servidores e, também, a conclusão da digitalização de todos os processos. No entanto, manteremos o diálogo para buscar soluções efetivas em curto-prazo”, pontuou ela. Estiveram presentes ao encontro: o presidente da subseção de Santo Antonio da Patrulha, Gustavo Gil Terres Peres da Silva; a presidente da subseção de Tramandaí, Maria Aparecida Bergamo Finger; a presidente da subseção de Capão da Canoa, Rosana Brogni; o secretário-geral adjunto da subseção de Torres, Jaime Mattos Bernsts;e o tesoureiro da subseção de Osório, Enri Endress Martins. As demandas apresentadas dizem respeito à morosidade em alguns processos. Na comarca de Santo Antonio da Patrulha, por exemplo, estima-se que há cerca de mil processos com audiências represadas por falta de um titular no Juizado Especial Cível. Em outras comarcas, há falta de servidores, o que atrasa o andamento de processos em outras varas. Para os representantes das subseções do interior, é importante que se encontre soluções no curto-prazo, como a contratação de juízes leigos e a realização de mais audiências de conciliação, pois a demora para a resolução dos pleitos cai em forma de pressão sobre a advocacia, que não consegue dar respostas para seus clientes.
13/04/2021 (00:00)
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